A Casa das Romãs: The House of Pomegranates
A Casa das Romãs: The House of Pomegranates
Autor
Oscar Wilde
Tradução e notas
Luciana Salgado
Adaptação
Fábio Pedro-Cyrino
Ilustrador
Charles Haslewood Shannon
Idioma
Português-Inglês
Lançamento
12/2017
Acabamento
Capa Dura
Formato
16cm x 23cm
Páginas
336
Peso
450 g
ISBN - Livros
ISBN 9788580700565
ISBN - Digital
ISBN 9788588781528
Compre Agora

Versão Física

Versão digital
Sinopse
A edição de A CASA DAS ROMÃS traz aos leitores os contos (1854-1900) e as ilustrações originais de Charles Haslewood Shannon (1863-1937) e Charles De Sousy Ricketts (1866-1931), publicados em 1891 durante o período mais feliz e menos turbulento da vida de Oscar Wilde e aborda, principalmente um dos seus temas preferidos: os seres humanos e os seus duplos e a imagem nem sempre fiel que se espera dessa imagem que acaba por adquirir força e vida própria. Wilde preenche os seus contos com empolgantes análises e parábolas morais para todas as idades.

Os contos incluídos nesta coleção – O JOVEM REI, O ANIVERSÁRIO DA INFANTA, O PESCADOR E SUA ALMA e O FILHO DA ESTRELA – apresentam a visão crítica de Oscar Wilde sobre os usos e costumes da sociedade em que vivia, explorando o universo fantástico e falando sobre o Amor e as relações antagônicas com a Propriedade, o Conhecimento e as Sensações; Oscar Wilde pontua as relações humanas inseridas no relacionamento social com uma incrível sensibilidade e pede a reflexão do leitor para cada momento narrado.

Quando da sua publicação, alguns críticos julgaram que A CASA DAS ROMÃS era muito complexo para as crianças, mas Wilde claramente tinha ambições mais amplas e julgou ser um absurdo que ''o vocabulário extremamente limitado à disposição da criança britânica [fosse] o padrão pelo qual a prosa de um artista pudesse ser julgada.''


Conheça mais sobre Oscar Wilde


(1854-1900)

Nascido em Dublin, Irlanda, viveu em Londres, a efervescente capital inglesa, entre escritores e figuras de destaque da época e enaltecido por importantes figuras literárias, como o dramaturgo George Bernard Shaw, o poeta norte-americano Walt Whitman e o escritor francês Stéphane Mallarmé. Tornou-se uma pessoa indispensável e comentada em todos os eventos sociais e círculos intelectuais.

Embora bem conhecido, Wilde recebeu pouco reconhecimento pela sua obra durante anos até à estreia de “O Leque de Lady Wildermere” que consolidou a sua fama como dramaturgo a partir de 1892. O simulacro, o homem e o seu retrato eram a maneira que o autor utilizava para relacionar-se com o mundo, mas o período do seu sucesso foi extremamente curto.

Condenado a dois anos de trabalhos forçados, após um desastroso processo contra o Marquês de Queensberry, Wilde mudar-se-ia da Inglaterra em 1897, após todas as suas peças teatrais serem retiradas de cartaz e a sua produção literária ser recolhida das livrarias. Em França, adotou o pseudônimo de Sebastian Melmoth e, na companhia de Robert Ross, publicou “A Balada do Cárcere de Reading” e “A Alma do Homem sob o Socialismo”, as suas últimas produções literárias. Logo após, fixou residência em Paris, onde corrigiu e publicou “Um Marido Ideal” e “A Importância de Ser Constante”, demonstrando que encontrava-se no comando de si e de todo o seu talento literário. Todavia recusou-se a escrever qualquer novo material, declarando que “posso continuar a escrever, mas perdi a satisfação para tal”.

A 30 de novembro de 1900, Wilde, empobrecido, esquecido e doente, veio a falecer num quarto do Hôtel d’Alsace, em Paris. Como legado, deixou-nos uma obra admirável, representada por diversos contos, um romance, inúmeras poesias e peças teatrais que até hoje são encenadas.



Do mesmo autor



EDITORA LANDMARK LTDA.
Rua Alfredo Pujol, 285 - 12º andar - Santana - 02017-010 – São Paulo - SP - Brasil
Tel.: +55 (11) 2711 2566 / 2950 9095

[email protected]