Cláudio Cruz

     

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Um dos mais proeminentes violinistas de sua geração, o musicista Cláudio Cruz iniciou-se na música com seu pai, o luthier João Cruz. Posteriormente, recebeu orientação de Erich Lehninger e Maria Vischnia, e frequentou cursos ministrados por Joseph Gingold, Chaim Taub, Kenneth Goldsmith e Olivier Toni.

Vencedor de diversos concursos no Brasil, foi premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (Apca) em 1985 e 1997, ganhador do Prêmio Carlos Gomes em 2002 como camerista e 2006 como solista instrumental. Em 1991, estreou na Europa, tendo sido aclamado como "grande intérprete de Mozart" pelo jornal Berliner Morgenpost. Desde então, tem sido convidado a atuar como solista e camerista em países como França, Itália, Alemanha, Áustria, Hungria, Japão, Croácia, Uruguai, Argentina, Chile e Estados Unidos. Spalla da Osesp desde 1990, foi primeiro violino do Quarteto Amazônia e ocupou por dez anos o cargo de diretor musical da Orquestra de Câmara Villa-Lobos. Foi professor nos festivais de Campos do Jordão, Londrina, Brasília e Itu, entre outros. Tem desenvolvido trabalhos de resgate de compositores e intérpretes, sendo o mais recente, o registro "Flausino Vale e o Violino Brasileiro", lançado em 2011.

Mantendo também intensa atividade como regente, apresentou-se frente a algumas das mais importantes orquestras brasileiras, destacando-se a Osesp, as sinfônicas Brasileira, Municipal de São Paulo, do Teatro Nacional de Brasília, Nacional do Rio de Janeiro, Bahia e Curitiba. Sua discografia inclui a gravação, na Itália, de obras de Henrique Oswald, Villa-Lobos, Edino Krieger e Ronaldo Miranda; três CDs com a Orquestra de Câmara Villa-Lobos; CDs com o Quarteto Amazônia, interpretando Villa-Lobos, Lorenzo Fernandez, Alexandre Levy, Carlos Gomes e Nepumoceno, além de obras da compositora croata Dora Pejacevic e tangos de Piazzolla - este último ganhador do Prêmio Grammy em 2002. Com a Osesp, gravou concertos para violino de Bruch e Tchaikovsky. Em 2009, gravou na Suíça a Sonata Para Violino e Piano de Debussy e peças de Villa-Lobos com o pianista Michel Dalberto.

Esteve à frente da Sinfônica das Américas (Flórida), da Orquestra Metropole (Holanda), da Orquestra de Câmara de Osaka (Japão) e da Sinfônica de Avignon (França), entre outras. Foi regente titular da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas (2003-2005) e, desde 2005, é regente titular da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, com a qual tem realizado vários projetos, como primeiras audições mundiais e concertos com Toquinho, Ivan Lins, Leila Pinheiro, Antonio Meneses, Nelson Freire, Maria João Pires e Dang Thai Son, entre outros.
   
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